MI URUSSANGA
REUNIÃO GERAL - HOMENAGEM AO PADRE CARLOS VECHI
PADRE CARLOS VECHI
Padre Carlos Vechi, nasceu no dia 20/11/1933. Filho de José Silvestre Vechi e Ana Bitencourt Figueiredo Vechi. Carlos veio de uma família de dezesseis irmãos. Aos treze anos ficou órfão de mãe. Dos 16 irmãos haviam apenas 13. Hoje, 5 estão vivos. Padre Carlos é do distrito de Ribeião Pequeno, município de Laguna e tem como padroeiro São Brás. Sob o lema “Eis que vos anuncio uma grande notícia”, D. Anselmo Pietrulla conferiu-lhe o sacerdócio no dia 14 de julho de 1963, na matris Santo Antonio da Laguna.
Iniciou seus estudos na própria comunidade de Ribeirão Pequeno, depois foi para o seminário de São Ludgero, continuou em Azambuja (Brusque) e finalizou em Viamão.
A partir de Janeiro de 1964, começou suas atividades na Paróquia São Paulo Apóstolo, em Criciúma (Centro) por um curto período.
Depois na Vila Operária, paróquia de Santa Bárbara, ficou durante 9 anos.
Da Santa Bárbara, foi pra Cocal do Sul.
De cocal do Sul eu voltou pra S. José e ficou ali 2 anos.
Da S. José foi pra Cidade Mineira.
Da cidade mineira veio para Urussanga, trazendo o programa Alvorada do Cristão. Ficou aqui um mes e pouco.
Daqui foi pra Jacinto Machado, por 2 anos.
Houve uma época em que Santos Sprícigo de Orleans, estava pedindo um padre pra ajudar ele mas o bispo nomeava um padre e ele não aceitava aquele, nomeava outro e ele também não aceitava. Aí o bispo meio que incomodado disse pra ele: padre Santo, você indica qual é o padre que você quer pra Orleans, mesmo que a gente tenha que tirar de uma paróquia, mas o pe. Carlos não sabia que o bispo tinha dito isso pro padre Santo.
Então numa reunião que teve em Tubarão o padre Santo chamou o padre Carlos lá pra trás, na capela do seminário e disse:
- “Calinho” o bispo disse pra mim, pra eu escolher um padre pra Orleans e olha, eu to há 15 dias rezando diante do Santíssimo Sacramento ao Espírito Santo e o Espírito Santo indicou que é você!
E o padre Carlos disse pra ele:
- Padre Santo, eu to meio que duvidando do Espírito Santo, ele sabe quem sou eu mas se ele indicou… Aí eu disse pra ele, só que é o seguinte: é que eu to cubrindo ferias do padre Herval, ele quiz que eu assumisse a paróquia porque ele tem o direito de descansar um pouco, aí vocês vão se entender.
- Não, isso nós resolvemos.
Aí então se entenderam lá e o padre Carlos foi pra Orleans e ficou 2 anos.
De Orleans foi pra Cabeçuda, trabalhou lá 6 anos.
Da Cabeçuda foi pra Imarui, por 2 anos.
De Imaruí foi para Imbituba.
De Imbituba foi para Treviso.
Do Treviso foi pro Caravagio.
Do Caravagio foi pra Santa Rosa do Sul.
De Santa Rosa do Sul para Ararangua, na Cidade Alta, paróquia Sagrada Família.
De Ararangua para Urussanga, completando assim trajetória destes 50 anos de sacerdócio.
Com seu acolhimento pelo princípio do mestre Jesus, “tudo o que fizerdes para um destes pequeninos é a mim que farás”, tem uma acolhida incondicional pelos pobres, pela comunidade de S. Brás, que faz de tudo para não faltar na festa do seu padroeiro, em agradecimento ao povo que se une em doação e prece, para fazer dele operário na messe do Senhor. Devoto de Santa Terezinha, padroeira das vocações, mestra da simplicidade e humildade, sente-se realizado em sua vocação. Hoje na caminhada apostólica, celebrando seus 50 anos de sacerdócio afirma: “Sou feliz e não me arrependo de nada. Eu trabalho pela igreja com amor, não me custa fazer nada por ela. Mais de uma vez tive que parar a missa por problemas de saúde, mas recupero as minhas forces e ponho-me a caminho por amor àquele que me pede: Carlos, anuncia meu reino ao povo em meu lugar. Tudo posso naquele que me escolheu e a cada dia me fortalece”.
Veja fotos aqui Veja um vídeo em sua homenagem aqui Veja aqui uma piada do padre Carlos
Por: Pillonês via Gilmar & Lurdinha
pillones@gmail.com
Em: 12/07/13